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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Conheça as universidades parceiras nesta operação: UNIVALE e UFT



O comprometimento com o desenvolvimento regional assumido pela Universidade Vale do Rio Doce (Univale) se reflete nas suas atividades. Diariamente, a Univale trabalha para atender às necessidades da comunidade, reafirmando sua identidade de Universidade Comunitária. É assim que ela se qualifica como parceira do setor produtivo local para a promoção da sustentabilidade social, econômica e ambiental.
Desde a sua criação, em 1967, quando a Univale ainda era o embrião Minas Instituto de Tecnologia (MIT), a Fundação Percival Farquhar (FPF) se faz presente na história de edificação dessa Instituição de Ensino Superior (IES). A Univale reflete a conquista do sonho almejado por muito pioneiros que, com os olhos no futuro, souberam constituir uma Universidade consolidada no cenário regional.
O Ensino, a Pesquisa e a Extensão são a base da Univale que está sempre focada na formação de profissionais qualificados para o mercado de trabalho. Oferecendo uma estrutura acadêmica em sintonia com esse objetivo, a Univale mantém mais de 30 cursos de graduação, oferta cursos de extensão e pós-graduação Lato Sensu.
A Univale tem ainda dois programas de Mestrado. O Mestrado em Ciências Biológicas, lançado em 2005, tem como área de concentração a Imunopatologia das Doenças Infecciosas e Parasitárias. Já o Mestrado em Gestão Integrada do Território reflete a visão vanguardista da Univale através de uma proposta interdisciplinar pioneira e única no país, lançada em 2008.
Sempre atenta às necessidades regionais, a Univale é uma universidade incentivadora das práticas esportivas e da educação cultural, sempre centrada nos aspectos regionais para a promoção do crescimento. Com projetos e programas de ação comunitária e prestação de serviços, a Univale contribui para a construção de um caminho que conduz a transformação de realidades.






Criada em 23 de outubro de 2000, e efetivando suas atividades em maio de 2003, com posse dos primeiros professores efetivos, a Universidade Federal do Tocantins nasceu com a missão de se tornar um diferencial na educação e no desenvolvimento de pesquisas e projetos inseridos no contexto socioeconômico e cultural do Estado.
O Tocantins se caracteriza por ser um Estado multicultural. O caráter heterogêneo de sua população coloca para a UFT o desafio de promover práticas educativas que elevem o nível de vida de sua gente. A educação na UFT é desenvolvida, prioritariamente, por meio de seus cursos de graduação e licenciaturas, que habilitam profissionais com sólida formação teórica e compromisso social. Outras atividades como extensão e pesquisa também promovem a educação, produzindo e disseminando conhecimentos que contribuirão para a transformação do Estado do Tocantins num espaço para todos.
Com mais de 10 mil alunos, a UFT mantém 43 cursos de graduação oferecidos em sete campi, oito cursos de mestrado e um doutorado,  o que permite a estudantes de várias regiões o acesso ao ensino público superior. Levando-se em conta a vocação de desenvolvimento do Tocantins, a UFT oferece oportunidade de formação nas áreas das Ciências Sociais Aplicadas, Humanas, Educação, Agrárias e Ciências Biológicas.

Fontes: http://www.univale.br/ // www.site.uft.edu.br/

Projeto Rondon: A história...


O Projeto Rondon é uma iniciativa do governo brasileiro, coordenada pelo Ministério da Defesa, em colaboração com a Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação – MEC.
 Criado em 11 de julho de 1967, durante a ditadura militar, o Projeto Rondon tinha como objetivo promover o contato de estudantes universitários voluntários com o interior do país, através da realização de atividades assistenciais em comunidades carentes e isoladas.
Entre 1967 e 1989, quando foi extinto, o projeto envolveu mais de 350 mil estudantes de todas as regiões do País.
A idéia surgiu em 1966, na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, durante a realização de um trabalho de sociologia intitulado "O Militar e a Sociedade Brasileira". A primeira operação do Projeto Rondon, denominada "Operação Zero", teve início em 11 de julho de 1967, quando trinta estudantes e dois professores partiram do Rio de Janeiro para Rondônia, a bordo de uma aeronave C-47, cedida pelo antigo Ministério do Interior. A equipe permaneceu na área por 28 dias, realizando trabalhos de levantamento, pesquisa e assistência médica.
No ano seguinte, o projeto contou com a participação de 648 estudantes e foi expandido para outras áreas. Em 1970 o Projeto Rondon foi organizado como órgão autônomo da administração direta e, em 1975, transformado em Fundação Projeto Rondon. As atividades, inicialmente desenvolvidas apenas durante férias escolares, evoluíram com a criação do campus avançado, dos centros de atuação permanentes e de operações regionais e especiais.
Segundo Ruth Cardoso, o projeto, desenvolvido sem o apoio das universidades e centralizado em Brasília, dirigido por militares e contando com verbas próprias, "era fruto de uma estratégia para afastar os estudantes das manifestações de oposição e, por isso mesmo, não valorizou a participação das suas instituições (os candidatos eram selecionados individualmente) e, menos ainda, das organizações estudantis, na época atores importantes na oposição à ditadura militar."
Mais de quinze anos depois de sua extinção, o Projeto Rondon foi retomado pelo governo federal, a pedido da União Nacional dos Estudantes (UNE), tendo sido reformulado e oficialmente relançado pelo presidente Lula, em Tabatinga (AM), a 19 de janeiro de 2005.

Fonte: Wikipédia